Compostar parece coisa de quem tem quintal, mas a verdade é que se pode fazer perfeitamente num apartamento. Transformar as cascas e os restos de cozinha em adubo, em vez de os mandar para o lixo, reduz o desperdício e alimenta as plantas da varanda de graça.
Soluções para espaços pequenos
Existem métodos pensados para interiores, compactos e sem cheiros quando bem geridos. O compostor com minhocas, a vermicompostagem, é dos mais eficientes; já o método bokashi, que fermenta os resíduos num balde fechado, é dos mais discretos e rápidos.
- Vermicompostagem: as minhocas fazem o trabalho silenciosamente.
- Bokashi: balde fechado, fermenta sem odor desagradável.
- Equilíbrio: alternar restos húmidos com material seco, como cartão.
O que pôr e o que evitar
Cascas de fruta e legumes, borras de café, sacos de chá e cascas de ovo são bem-vindos. Evite carne, peixe, laticínios e gorduras, que atraem moscas e provocam maus cheiros num sistema doméstico fechado.
Sem cheiros nem moscas
Um compostor bem equilibrado cheira a terra, não a podre. Se surgir mau odor, é sinal de excesso de humidade: junte material seco e mexa. Cobrir sempre os restos frescos mantém as moscas afastadas.
Com um pequeno compostor na cozinha ou na varanda, fecha-se o ciclo dentro de casa — e o lixo orgânico transforma-se no melhor alimento para as plantas.